Venâncio de Melo/arquivo
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| Vista parcial do prédio da Câmara de São José do Rio Preto |
15h48 O presidente da Câmara de Rio Preto, Jorge Menezes (DEM), informa que a meta de sua administração no exercício 2010 é continuar com critério e parcimônia na economia dos recursos públicos, a exemplo do que ocorreu no ano passado, quando foram devolvidos para a Prefeitura R$ 1,6 milhão. A economia só foi possível graças a um controle rigoroso das despesas internas da casa, por exemplo, uso racional de material utilizado pelos funcionários no setor administrativo, e pelos assessores de vereadores nos gabinetes, por exemplo, papel, cartucho para impressora, selo, envelope, etc. Menezes diz que a Câmara é um poder legalmente constituído pela Constituição Federal, portanto, fazendo o tripé dos poderes que efetivamente assegura a verdadeira democracia neste país. “A manutenção do poder Legislativo impõe, forçosamente, despesas mínimas para seu funcionamento”, destaca. Para o seu funcionamento, portanto, é preciso de estrutura como prédio, instalações adequadas, dar condições de trabalho para os vereadores e funcionários atenderem os anseios da população, e também para acompanhar os atos praticados pelo poder Executivo por meio de fiscalização. A devolução de R$ 1,6 milhão para os cofres públicos foi uma das mais altas dos últimos exercícios. O valor foi possível mesmo com os investimentos feitos na compra de novos veículos e de novos equipamentos e de sistemas de informática para a substituição do existente, que além de ultrapassado, não tem confiabilidade.
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